A semente esta lançada,
Mas os tempo são outros
Estou velho, cansado
E tu, fresca, uma luz
Espero aceitação, perdão, tu
Espero e desespero no desespero,
De esperar por quem esperou,
E cansada ficou de esperar,
Partiu
Anceio pelo impossivel, a possibilidade de algo,
Que foi e é finito
És tu, o infinito, sem fim
Leio e releio o que foi, o que fui
O que era e ja não sou
O que eras e ainda es, nunca minha
Nunca dele, so dele
Olho e volto a olhar, para alem
Que é aquém disfarçado, de ti
Sem mim, com ele, antes e depois
Agora e sempre
E eu parado, no tempo que é teu
Nao meu, não nosso,
Teu, tempo que foi
E não volta
Teu, e sempre teu
5/03/14,Tiago Pedroso
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